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	<title>A PIPA E A FLOR</title>
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	<description>Espetáculo teatral baseado no livro homônimo do escritor e educador Rubem Alves (www.rubemalves.com.br).

Uma viagem poética  para todas as idades e  lugares.</description>
	<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 12:59:38 +0000</pubDate>
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		<title>Release</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 13:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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Teatro do Grande Urso Navegante 
Apresenta 
A PIPA E A FLOR 
Adapta&#231;&#227;o do livro &#34;A PIPA E A FLOR&#34; (www. loyola.com.br) do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (www.rubemalves.com.br). Estreou em 21 de dezembro de 1999 e desde ent&#227;o j&#225; foi encenada em diversas institui&#231;&#245;es culturais, educacionais e empresariais do Brasil e Portugal. 
Texto Original: [...]]]></description>
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<p><strong><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/valeria-rubem-e-laerte.jpg" /></strong></p>
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<p><strong>Teatro do Grande Urso Navegante</strong> </p>
<p>Apresenta </p>
<p>A PIPA E A FLOR </p>
<p>Adapta&ccedil;&atilde;o do livro &quot;A PIPA E A FLOR&quot; (www. loyola.com.br) do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (www.rubemalves.com.br). Estreou em 21 de dezembro de 1999 e desde ent&atilde;o j&aacute; foi encenada em diversas institui&ccedil;&otilde;es culturais, educacionais e empresariais do Brasil e Portugal. </p>
<p>Texto Original: Rubem Alves <br />Adapta&ccedil;&atilde;o, Encena&ccedil;&atilde;o e Dire&ccedil;&atilde;o: Laerte Asnis (DRT 23311/SP) <br />Teclado e Dire&ccedil;&atilde;o Musical: Val&eacute;ria Peres (OMB 48.421) <br />Violino: Gabriel Zissi <br />Ilumina&ccedil;&atilde;o: Yuri Peres Asnis </p>
<p>Teatro para todas as idades e lugares </p>
<p><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/capa.jpg" /><br />O Texto de Rubem Alves &eacute; altamente po&eacute;tico e tr&aacute;s &agrave; tona o que h&aacute; de mais desejado na vida, ou seja, a valoriza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es humanas, em todos os n&iacute;veis. A pe&ccedil;a fala de amor e tamb&eacute;m de seus agravantes como a inveja e o ci&uacute;me. A pe&ccedil;a tem m&uacute;sica ao vivo, com repert&oacute;rio erudito e cantigas de roda. Um teclado e um violino fazem a po&eacute;tica musical. A pe&ccedil;a &eacute; interativa. Faz refletir sobre a felicidade, o brincar e a arte do bem viver. </p>
<p>Release resumido </p>
<p>&quot;A pe&ccedil;a conta &agrave; hist&oacute;ria de uma pipa que ao encontrar uma flor, come&ccedil;a a fazer reflex&otilde;es sobre a liberdade, a felicidade e o amor&rdquo;. </p>
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		<title>Fala Rubem Alves</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 12:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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1) Correio Popular, Caderno C, 15/07/2001 - Campinas/SP&#160;
&#34;Hoje, quando escrevo, est&#227;o voltando de Portugal o Laerte, a Val&#233;ria, sua mulher, tecladista, e a M&#225;rcia, flautista &#8211; com os respectivos filhos. O Laerte faz teatro. Nada do que voc&#234;s est&#227;o pensando. Eu mesmo nunca havia visto teatro do jeito como o Laerte faz. &#201; muito divertido [...]]]></description>
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<p><font></font></p>
<p><font>1) Correio Popular, Caderno C, 15/07/2001 - Campinas/SP</font>&nbsp;</p>
<p>&quot;Hoje, quando escrevo, est&atilde;o voltando de Portugal o Laerte, a Val&eacute;ria, sua mulher, tecladista, e a M&aacute;rcia, flautista &ndash; com os respectivos filhos. O Laerte faz teatro. Nada do que voc&ecirc;s est&atilde;o pensando. Eu mesmo nunca havia visto teatro do jeito como o Laerte faz. &Eacute; muito divertido &ndash; todo mundo fica envolvido de um jeito gostoso. O Laerte fez uma adapta&ccedil;&atilde;o do meu livro A Pipa e a Flor para o teatro. Na verdade, ele re-criou a est&oacute;ria. Quando a vi pela primeira vez, chorei. Pois ele lutou aqui no Brasil para levar seu espet&aacute;culo adiante. Quase mendigou. A indiferen&ccedil;a das escolas foi absoluta. Parece que elas j&aacute; est&atilde;o t&atilde;o organizadas dentro das suas rotinas que n&atilde;o querem nada que possa atrapalhar. Enviei um e-mail sobre o Laerte para o meu amigo de Portugal, Ademar Ferreira dos Santos, diretor do Centro de Forma&ccedil;&atilde;o Camilo Castelo Branco. Muito ligado &agrave; &ldquo;Escola da Ponte&ldquo;. O Ademar acreditou em mim. E tomou as provid&ecirc;ncias. Enviou convite imediato para o Laerte, com passagens para todos o membros da troupe. Em tr&ecirc;s meses em Portugal o Laerte fez 54 apresenta&ccedil;&otilde;es em escolas. Estive presente em v&aacute;rias. Foi aplaudido de p&eacute; num&nbsp;festival internacional de teatro (Joane 2001). Est&aacute; a&iacute; a dica para escolas, empresas, prefeituras, clubes. Garanto que voc&ecirc;s n&atilde;o se arrepender&atilde;o. </p>
<p><font>2) Artigo Sinapse &ndash; Folha de S&atilde;o Paulo de 27/04/2004 <br />Site: www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u814.shtml <br /></font><br />&ldquo;Hoje vamos interpretar um poema&quot;, disse a professora de literatura. &quot;Trata-se de um poema m&iacute;nimo da extraordin&aacute;ria poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen&quot;, continuou. &quot;O seu t&iacute;tulo &eacute; &#8216;Intacta Mem&oacute;ria&#8217;. Por favor, prestem aten&ccedil;&atilde;o.&quot; E com essas palavras come&ccedil;ou a leitura. <br />&quot;Intacta mem&oacute;ria &mdash;se eu chamasse <br />Uma por uma as coisas que adorei <br />Talvez que a minha vida regressasse <br />Vencida pelo amor com que a sonhei.&quot; </p>
<p>Ela tira os olhos do livro e fala: &quot;O que &eacute; que o autor queria dizer ao escrever esse poema?&quot;. Essa pergunta &eacute; muito importante. Ela &eacute; o in&iacute;cio do processo de interpreta&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Na vida estamos envolvidos o tempo todo em interpretar. Um amigo diz uma coisa que a gente n&atilde;o entende. A gente diz logo: &quot;O que &eacute; que voc&ecirc; quer dizer com isso?&quot;. A&iacute; ele diz de uma outra forma, e a gente entende. E a interpreta&ccedil;&atilde;o, todo mundo sabe disso, &eacute; aquilo que se deve fazer com os textos que se l&ecirc;. Para que sejam compreendidos. Raz&atilde;o por que os materiais escolares est&atilde;o cheios de testes de compreens&atilde;o. Interpretar &eacute; compreender. </p>
<p>&Eacute; claro que a interpreta&ccedil;&atilde;o s&oacute; se aplica a textos obscuros. Se o meu amigo tivesse dito o que queria dizer de forma clara, eu n&atilde;o lhe teria feito a pergunta. Interpretar &eacute; acender luzes na escurid&atilde;o. Lembra-se do poema de Robert Frost, que diz: &quot;Os bosques s&atilde;o belos, sombrios, fundos&#8230;&quot;? Acesas as luzes da interpreta&ccedil;&atilde;o na escurid&atilde;o dos bosques, suas sombras desaparecem. Tudo fica claro. </p>
<p>&quot;O que &eacute; que o autor queria dizer?&quot; Note: o autor queria dizer algo. Queria dizer, mas n&atilde;o disse. Por que ser&aacute; que ele n&atilde;o disse o que queria dizer? S&oacute; existe uma resposta: &quot;Por incompet&ecirc;ncia ling&uuml;&iacute;stica&quot;. Ele queria dizer algo, mas o que saiu foi apenas um gaguejo, uma coisa que ele n&atilde;o queria dizer&#8230; </p>
<p>A interpreta&ccedil;&atilde;o, assim, se revela necess&aacute;ria para salvar o texto da incompet&ecirc;ncia ling&uuml;&iacute;stica do autor&#8230; Os poetas s&atilde;o incompetentes verbais. Felizmente, com o uso dos recursos das ci&ecirc;ncias da linguagem, salvamos o autor de sua confus&atilde;o e o fazemos dizer o que ele realmente queria dizer. Mas, se o texto interpretado &eacute; aquilo que o autor queria dizer, por que n&atilde;o ficar com a interpreta&ccedil;&atilde;o e jogar o texto fora? </p>
<p>&Eacute; claro que tudo o que eu disse &eacute; uma brincadeira verdadeira. &Eacute; preciso compreender que o escritor nunca quer dizer alguma coisa. Ele simplesmente diz. O que est&aacute; escrito &eacute; o que ele queria dizer. Se me perguntam &quot;O que &eacute; que voc&ecirc; queria dizer?&quot;, eu respondo: &quot;Eu queria dizer o que disse. Se eu quisesse dizer outra coisa, eu teria dito outra coisa, e n&atilde;o aquilo que eu disse&quot;. </p>
<p>Estreme&ccedil;o quando me amea&ccedil;am com interpreta&ccedil;&otilde;es de textos meus. Escrevi uma est&oacute;ria com o t&iacute;tulo &quot;O Gamb&aacute; Que N&atilde;o Sabia Sorrir&quot;. &Eacute; a est&oacute;ria de um gambazinho chamado Cheiroso, que ficava pendurado pelo rabo no galho de uma &aacute;rvore. Uma escola me convidou para assistir &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o do texto que seria feita pelas crian&ccedil;as. Fui com alegria. Iniciada a interpreta&ccedil;&atilde;o, eu fiquei pasmo! A interpreta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ava com o gamb&aacute;. O que &eacute; que o Rubem Alves queria dizer com o gamb&aacute;? Foram ao dicion&aacute;rio e l&aacute; encontraram: &quot;Gamb&aacute;: nome de animais marsupiais do g&ecirc;nero Didelphis, de h&aacute;bitos noturnos, que vivem em &aacute;rvores e s&atilde;o fedorentos. S&atilde;o on&iacute;voros, tendo predile&ccedil;&atilde;o por ovos e galinhas&quot;. Seguiam descri&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas de todos os bichos que apareciam na est&oacute;ria. Fiquei a pensar: &quot;O que &eacute; que fizeram com o meu gamb&aacute;? Meu gambazinho n&atilde;o &eacute; um marsupial fedorento&quot;. </p>
<p>Octavio Paz diz que a resposta a um texto nunca deve ser uma interpreta&ccedil;&atilde;o. Deve ser um outro texto. Assim, quando um professor l&ecirc; um poema para os seus alunos, deve fazer-lhes uma provoca&ccedil;&atilde;o: &quot;O que &eacute; que esse poema lhes sugere? O que &eacute; que voc&ecirc;s v&ecirc;em? Que imagens? Que associa&ccedil;&otilde;es?&quot;. Assim o aluno, em vez de se entregar &agrave; duvidosa tarefa de descobrir o que o autor queria dizer, entrega-se &agrave; criativa tarefa de produzir o seu pr&oacute;prio texto liter&aacute;rio. </p>
<p>Mas h&aacute; um tipo de interpreta&ccedil;&atilde;o que eu amo. &Eacute; aquela que se inspira na interpreta&ccedil;&atilde;o musical. O pianista interpreta uma pe&ccedil;a. Isso n&atilde;o quer dizer que ele esteja tentando dizer o que o compositor queria dizer. Ao contr&aacute;rio. Possu&iacute;do pela partitura, ele a torna viva, transforma-a em objeto musical, tal como ele a vive na sua possess&atilde;o. Os poemas assim podem ser interpretados, transformados em gestos, em dan&ccedil;a, em teatro, em pintura. O meu amigo Laerte Asnis transformou a minha est&oacute;ria &quot;A Pipa e a Flor&quot; num maravilhoso espet&aacute;culo teatral. Pela arte do int&eacute;rprete &mdash;o Laerte, palha&ccedil;o&mdash;, o texto que estava preso ao livro fica livre, ganha vida, movimento, m&uacute;sica, humor. Com isso, a est&oacute;ria se apossa daqueles que assistem ao espet&aacute;culo. E o extraordin&aacute;rio &eacute; que todos entendem, crian&ccedil;as e adultos. Eu chorei na primeira vez que o vi. </p>
<p>O que &eacute; que a Sophia de Mello Breyner Andresen queria dizer com o seu poema? N&atilde;o sei. S&oacute; sei que o seu poema faz amor comigo. </p>
<p>Rubem Alves, 70, &eacute; educador e escritor, autor de &quot;Quando Eu Era Menino&quot; (Papirus), &quot;Li&ccedil;&otilde;es de Feiti&ccedil;aria&quot; (Loyola), &quot;Pai Nosso&quot; (Paulus) e &quot;Ao Professor com Meu Carinho&quot; (Verus), entre outros. Atualmente, dedica-se &agrave;s releituras de &quot;Zorba, o Grego&quot;, de Nikos Kazantzakis, &quot;Cem Anos de Solid&atilde;o&quot;, de Gabriel Garcia M&aacute;rquez, e &quot;Grande Sert&atilde;o: Veredas&quot;, de Jo&atilde;o Guimar&atilde;es Rosa. </p>
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		<title>Pequeno diário</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 14:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Teatro do Grande Urso Navegante, criado e dirigido por Laerte Asnis, Ator e Diretor (DRT 23311/SP), nasceu em São Paulo/ Brasil em 1991. O Grupo navega nas correntezas poéticas da vida, procurando oferecer ao público de todas as idades, momentos de lirismo, serenidade, simplicidade, amor, paz, descontração e reflexão.
Tem em seu repertório musical, antigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Teatro do Grande Urso Navegante, criado e dirigido por Laerte Asnis, Ator e Diretor (DRT 23311/SP), nasceu em São Paulo/ Brasil em 1991. O Grupo navega nas correntezas poéticas da vida, procurando oferecer ao público de todas as idades, momentos de lirismo, serenidade, simplicidade, amor, paz, descontração e reflexão.<br />
Tem em seu repertório musical, antigas cantigas de roda e músicas eruditas, interpretadas ao vivo pela Pianista e Tecladista Valéria Peres (OMB 48421/SP)<br />
Utiliza recursos artesanais na confecção dos elementos cênicos. No trabalho do Teatro do Grande Urso Navegante a interação com o público é intensa e fundamental.</p>
<p>Através de  nosso trabalho investimos na formação de platéia. O Teatro prepara a criança para adquirir o hábito de convivência com diversas atividades culturais e fortalece a educação de um modo geral, pois amplia a capacidade da criança de compreender o mundo no qual vive</p>
<p>As crianças se tornarão, no futuro, adultos mais conscientes da nossa realidade e capazes de transformá-la, construindo uma sociedade mais humana, pacífica e feliz</p>
<p>Pretendemos contribuir com o desenvolvimento pleno da cidadania fazendo com que o direito do cidadão à arte e a cultura, ao entretenimento e ao lazer, seja garantido, como prega a própria Constituição brasileira</p>
<p>O grupo também ministra oficinas de teatro para todas as idades.</p>
<p><strong>Maiores informações e Contratações, ligue ou envie um e.mail:</strong></p>
<p>(11)95112557<br />
laerteasnis@gmail.com</p>
<p>Responsável</p>
<p>Laerte Asnis – Ator e Diretor<br />
DRT 23311/SP</p>
<p><strong>Teatro do Grande  Urso Navegante, Núcleo da:</strong></p>
<p><img src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/logo2.jpg" alt="" /></p>
<p align="left">
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		<title>Artigo do jornal O ESTADO DE S.PAULO</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 21:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Artigo publicado no Suplemento Feminino do jornal O ESTADO DE S.PAULO em 13/08/2006 (Foto de capa) 
Paternidade fora do padr&#227;o Eles educam seus filhos sem seguir as tradicionais regras sociais e se orgulham de lhes oferecer uma rotina diferente 
Ci&#231;a Vallerio 
Alguns pais nadam contra a mar&#233; das conven&#231;&#245;es sociais. Da rotina di&#225;ria &#224; educa&#231;&#227;o, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/asnis1.jpg" /></p>
<p>Artigo publicado no Suplemento Feminino do jornal O ESTADO DE S.PAULO <br />em 13/08/2006 (Foto de capa) </p>
<p>Paternidade fora do padr&atilde;o <br />Eles educam seus filhos sem seguir as tradicionais regras sociais e se orgulham de lhes oferecer uma rotina diferente </p>
<p>Ci&ccedil;a Vallerio </p>
<p>Alguns pais nadam contra a mar&eacute; das conven&ccedil;&otilde;es sociais. Da rotina di&aacute;ria &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, esfor&ccedil;am-se bravamente para oferecer aos filhos uma vida fora dos padr&otilde;es - sempre com o apoio das parceiras, vale observar. O ator e diretor de teatro Laerte Asnis &eacute; um desses raros exemplares. Por causa de seu estilo alternativo de criar os rebentos, j&aacute; encarou olhar torto de familiares e amigos. </p>
<p>Os seus filhos Gabriel, de 13 anos, e Yuri, de 10, cuja m&atilde;e &eacute; pianista erudita, foram &ldquo;concebidos no palco&rdquo; e convivem numa atmosfera teatral desde beb&ecirc;s. Laerte (foto de capa) criou a Cia de Teatro do Grande Urso Navegante, projeto pelo qual faz adapta&ccedil;&otilde;es de livros e apresenta as pe&ccedil;as em teatros, escolas, hospitais e empresas, de v&aacute;rios cantos do Pa&iacute;s. </p>
<p>A fam&iacute;lia forma uma trupe de saltimbancos, na qual cada um tem a sua fun&ccedil;&atilde;o. O filho mais velho toca violino durante as apresenta&ccedil;&otilde;es e acompanha a m&atilde;e no teclado, enquanto o pai &eacute; o ator. O mais novo, em breve, vai assumir o viol&atilde;o. Todos trabalham juntos, na frente e atr&aacute;s do palco. Os garotos foram alfabetizados em casa. Gabriel s&oacute; entrou na escola aos 10 anos e foi direto para a quarta s&eacute;rie. Aos 7 anos, Yuri foi encaixado na primeira s&eacute;rie, j&aacute; sabendo ler, escrever e fazer contas. </p>
<p>&ldquo;Meus filhos estudaram ouvindo hist&oacute;rias, m&uacute;sicas - que v&atilde;o de Bach a Jerry Lee Lewis - e cantigas de roda&rdquo;, conta Laerte, de 45 anos. Instru&iacute;ram-se tamb&eacute;m brincando de jogo da forca, xadrez, entre outros. Durante as viagens, liam placas das estradas, nomes de ruas, embalagens, livros&#8230; O mais novo aprendeu matem&aacute;tica ficando &agrave; frente da bilheteria durante as apresenta&ccedil;&otilde;es. </p>
<p>Os dois conheceram muitos lugares diferentes: periferias, favelas, acampamentos dos sem-terra, hot&eacute;is baratos e caros. Andaram de Fusca, de Mercedes, trem, avi&atilde;o, comeram em botecos, restaurantes de beira de estrada e finos. &ldquo;Acredito que essa diversidade de informa&ccedil;&otilde;es contribuiu demais para o desenvolvimento do Gabriel e do Yuri. Eles sabem dar valor &agrave;s coisas&rdquo;. </p>
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		<title>Fotos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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&#160;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/a-pipa-e-a-flor.jpg" /><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/divulgacao-8.jpg" /><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/laerte2.jpg" /><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/cartaz_pipa_flor-4.jpg" /><img height="290" alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/val.jpg" width="169" /><img alt="" src="http://apipaeaflor.blog.terra.com.br/files/2009/06/img_2175-2.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Opinião de Rubem Alves</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Assunto: Juro que vale a pena! Voc&#234; n&#227;o se arrepender&#225; 
Como voc&#234; sabe, eu escrevo est&#243;rias para crian&#231;as. Essas est&#243;rias t&#234;m rodado por a&#237;, e descobri que n&#227;o s&#227;o s&#243; as crian&#231;as que gostam delas. Os adultos tamb&#233;m. E elas t&#234;m sido usadas nas situa&#231;&#245;es mais variadas, em terapia e at&#233; mesmo por empresas. &#201; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#0000ff">Assunto: Juro que vale a pena! Voc&ecirc; n&atilde;o se arrepender&aacute;</font></strong> </p>
<p>Como voc&ecirc; sabe, eu escrevo est&oacute;rias para crian&ccedil;as. Essas est&oacute;rias t&ecirc;m rodado por a&iacute;, e descobri que n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; as crian&ccedil;as que gostam delas. Os adultos tamb&eacute;m. E elas t&ecirc;m sido usadas nas situa&ccedil;&otilde;es mais variadas, em terapia e at&eacute; mesmo por empresas. &Eacute; que a verdade das crian&ccedil;as s&atilde;o verdades de todas as idades. Uma coisa &eacute; ler o livro que eu mesmo escrevi. Como fui eu que escrevi, a leitura n&atilde;o me causa mais surpresa. Mas a surpresa me aconteceu quando vi um dos meus livros encenado por um artista fant&aacute;stico, o Laerte Asnis. O Laerte faz teatro. Mas o teatro dele, eu nunca vi igual. Ele tomou uma de minhas est&oacute;rias. &ldquo;A Pipa e a Flor&rdquo;, transformou-a com a sua imagina&ccedil;&atilde;o, deu-lhe vida e todo mundo que participou do espet&aacute;culo viveu aquilo que eu havia escrito, inclusive eu.. Na verdade, muito mais do que eu havia escrito. Acredite: fiquei emocionado. Todo mundo ficou. Ao final, todo mundo estava feliz, comovido e pensativo. Isso &eacute; a coisa extraordin&aacute;ria da brincadeira teatral do Laerte: ela faz pensar. Tem uma fun&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica &ndash; &eacute; bela; uma fun&ccedil;&atilde;o l&uacute;dica &ndash; todo mundo brinca; e uma fun&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica &ndash; todo mundo pensa. Se eu pudesse faria com que todo mundo participasse do teatro do Laerte. E &eacute; por isso que eu estou lhe escrevendo: para dizer que o teatro dele &eacute; muito bom, vale a pena, &eacute; para pequenos e grandes. Junto com essa vai uma descri&ccedil;&atilde;o do Projeto &ldquo;Livro em Cena&rdquo;, com refer&ecirc;ncia especial ao meu livro &ldquo;A Pipa e A Flor&rdquo;. Se voc&ecirc; puder abra um espa&ccedil;o para ele. Veja: estou me comprometendo pessoalmente, dou-lhe a minha palavra: voc&ecirc; n&atilde;o se arrepender&aacute;. Depois, me conte.. </p>
<p>Um grande abra&ccedil;o do </p>
<p>Rubem Alves </p>
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		<title>Total de apresentações desde Fev/99</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 10:58:37 +0000</pubDate>
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Número total de apresentações até o momento: 550
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Número total de apresentações até o momento: <span style="text-decoration: underline">550</span></span></p>
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		<title>Do Brasil para Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 10:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lasnis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Do Brasil para Portugal &#183;Uma proposta de teatro nas bibliotecas &#8221;. [02-05-2001] Chama-se Teatro do Grande Urso Navegante, e &#233; um grupo brasileiro que veio a Portugal apresentar uma bel&#237;ssima pe&#231;a para crian&#231;as chamada &#34;A pipa e a flor&#34; - da autoria do pedagogo Rubem Alves - e animar oficinas de teatro em escolas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#0000ff">&ldquo;Do Brasil para Portugal &middot;Uma proposta de teatro nas bibliotecas &rdquo;. <br /></font><font color="#ff6600">[02-05-2001]</font> <br />Chama-se Teatro do Grande Urso Navegante, e &eacute; um grupo brasileiro que veio a Portugal apresentar uma bel&iacute;ssima pe&ccedil;a para crian&ccedil;as chamada &quot;A pipa e a flor&quot; - da autoria do pedagogo Rubem Alves - e animar oficinas de teatro em escolas e bibliotecas. Deveriam voltar para o Brasil agora no final de Abril, mas gostaram tanto do nosso pa&iacute;s que decidiram ficar at&eacute; Julho. E t&ecirc;m vontade de conhecer mais e de levar a mais lugares a sua arte, o seu espect&aacute;culo e o Brasil de onde v&ecirc;m, que n&atilde;o &eacute; o das fam&iacute;lias ricas das novelas: &quot;n&oacute;s estamos na contram&atilde;o da hist&oacute;ria&quot;, dizem. O espect&aacute;culo que apresentam &eacute; um exemplo da anima&ccedil;&atilde;o que vale a pena fazer nas bibliotecas: uma pe&ccedil;a extra&iacute;da de um livro, uma pe&ccedil;a que d&aacute; tanto prazer como faz pensar. Assim. Simplesmente, sem artefactos desnecess&aacute;rios: um actor, dois m&uacute;sicos e o seu p&uacute;blico. Nem sequer um palco: uma roda de amigos &ldquo; </p>
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